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Jovens de Fortaleza (CE) recebem capacitação profissional em moda através da Economia Solidária Imprimir E-mail

Data: 09/03/2010
Fonte: ADITAL

Localizado na zona sul da cidade de Fortaleza, Ceará, o Conjunto Palmeiras, através do Banco e do Instituto Palmas, tem se tornado um centro de referência e organização de atividades de Economia Popular Solidária (EPS). Mais de 30 mil habitantes do bairro contam com o apoio da entidade que promove ações a fim de fortalecer a economia local e a inclusão social.

Uma das iniciativas que exemplificam as ações solidárias é o projeto Academia de Moda Periferia iniciada em 2005. De acordo com a coordenadora pedagógica do Instituto Palmas, Neide Costa, a Academia funciona como um curso de capacitação para jovens com idade entre 16 e 29 anos, na área de costura e moda e conta com o auxílio de profissionais da área.

O curso, com duração de quatro meses, tem o objetivo de promover a inclusão social por meio da capacitação para o mercado de trabalho, já que "esse ramo apresenta alta demanda por profissionais". Neide disse que muitos alunos são inseridos no mercado de trabalho antes mesmo de concluírem o curso.

Em um dos módulos, os alunos aprofundam seus conceitos em Economia Solidária e aprendem como funciona um empreendimento solidário. "Nós sempre estimulamos os alunos a criarem grupos produtivos e montarem um empreendimento solidário. O Banco Palmas oferece financiamento para os grupos interessados comprarem os equipamentos necessários", explicou.

No final do curso os alunos fazem uma exposição e um desfile das peças produzidas em locais públicos como alguma praça ou Centro Cultural. Depois das apresentações as peças são colocadas à venda na Loja Solidária, localizada no complexo do Instituto Palmas.

Instituto Palmas

O papel da instituição é fazer a gestão do conhecimento e difusão das práticas de Economia Solidária do Banco Palmas. O foco da ação está voltado para implantação de sistemas econômicos alternativos na perspectiva da inclusão social, através de cursos e projetos.

Mais informações (85) 3250.8279.

 
Consumidor não se preocupa com a origem da madeira Imprimir E-mail

Data: 09/03/2010
Fonte: IMAFLORA (
www.imaflora.org.br)

O Brasil é um dos maiores produtores de madeira tropical do mundo. É da Amazônia que vem a maior parte do produto vendido, no país, tanto legal quanto ilegalmente. Embora os brasileiros se preocupem com o futuro do bioma, na hora de comprar madeira para construir ou reformar a casa, o consumidor não se interessa em saber a origem dela.

É o que mostra um estudo do Imaflora, o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola. A ong sediada no interior de São Paulo foi criada para promover o uso sustentável de recursos naturais.
Entrevista com Renato Morgado/ assistente de projetos do Imaflora e um dos autores do estudo :

"Se a madeira tiver a origem de um plano de manejo florestal que siga critérios rigorosos ela é fonte de desenvolvimento social e econômico na floresta amazônica. Mas se ela é extraída de forma ilegal ela tem uma série de impactos sociais e ambientais negativos".

Piracicaba foi escolhida para fazer o estudo por ser a sede da Imaflora e também porque é uma cidade que representa as cidades de porte médio do estado de São Paulo - tem quase 400 mil habitantes. Em 2008 o volume de madeira comercializado aqui correspondeu ao corte de 6600 árvores.
Entre madeireiros, marcineiros e donos de indústrias que utilizam madeira, seu Nardo, dono de madeireira em Piracicaba que trabalha no ramo há 17 anos participou do estudo. Garapeira e Cambará são as espécies amazônicas que ele mais vende. Quando o consumidor não faz questão de madeira nativa, ele indica o eucalipto, de reflorestamento, que custa de 30 a 40% menos. O comerciante sempre exige dos fornecedores os documentos que comprovam a retirada legal da madeira, mas confirma que o consumidor não é lá muito exigente.

A sede da Imaflora foi construída com madeira legal e certificada.

Entrevista com Leonardo Sobral/engenheiro florestal :

" A madeira legal é a proveniente de um desmatamento ou de um plano de manejo que possui autorização do órgão ambiental. A madeira certificada, além de ser autorizada pelo órgão ambiental, o plano de manejo, ela precisa passar por um processo de verificação, de auditorias, que leva em consideração todos os aspectos ambientais e sociais do plano de manejo para saber se a madeira está sendo retirada daquela floresta, daquele plano de manejo, segundo os compromissos sociais e ambientais que são requisitos da certificação".

A madeira certificada, muitas vezes identificada pelo FSC-o selo verde do conselho de certificação florestal mais reconhecido do mundo, é mais cara. Mas os técnicos do Imaflora acreditam que só a demanda maior do consumidor vai baratear o produto. Na hora de comprar, vale lembrar destas outras dicas também.

Entrevisrta com Renato Morgado/um dos autores do estudo:

" O consumidor que consome madeira de forma esporádica em pequenas quantidades, a sugestão do Imaflora é que ele peça nota fiscal, como qualquer outro produto, exija apresentação do documento de origem florestal ou guia florestal."

Segue link para o programa do Repórter Eco:

http://www.tvcultura.com.br/cidadania-e-meio-ambiente

 

 
Trabalhadoras do campo e da cidade iniciam jornada de mobilizações no RS Imprimir E-mail

Data: 08/03/2010
Fonte: Juliana Marsico (
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Indicação: Joana Dias (ACS)

Dezenas de mulheres da Via Campesina, do Movimento de Trabalhadores Desempregados (MTD) e movimentos sindicais ocupam, neste momento, os dois andares da Delegacia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O Ministério foi ocupado em protesto contra a política de desenvolvimento do governo federal que privilegia o agronegócio, responsável pela produção de alimentos transgênicos, com o uso intenso de agrotóxicos.

Esse modelo de agricultura resulta em doenças para os produtores e consumidores e grandes prejuízos ambientais. As mulheres denunciam que mais de 95% da soja e cerca de 40% do milho que são plantados no Rio Grande do Sul são geneticamente modificados e que o Brasil é o campeão mundial de uso de agrotóxicos. Por isso, “a maior parte da comida que chega à mesa da população brasileira não é alimento, é veneno”, declaram as manifestantes em nota.

Para ter acesso ao manifesto acesse: www.mst.org.br

 
PRE-LANÇAMENTO FEIRA DA REDE SEMEANDO NO TENDAL DA LAPA DIA 6 DE MARÇO Imprimir E-mail

Data: 05/03/2010
Fonte: Ana Flávia Borges Badue (KAIRÓS)

A Rede semeando conseguiu a parceria do Tendal da Lapa, juntamente com as parcerias institucionais do Kairos, ITCPs FGV e USP, Projeto Comercialização Solidária e IDEC, e com apoio do Faces do Brasil, Anteag, e Slow Food,  para fazer uma feira, as 4a feiras, a partir de  31 de março.
 
O pre-lançamento da mesma será no dia 6 de março, no evento em homenagem à semana da Mulher, que o Tendal estará realizando.

Ações do  evento:
 
- Uma barraca de demonstração /exposição dos tipos de produtos que teremos na feira que iniciará no dia 31 de março. (a partir das 9:00)
 
- Sorteio de uma cesta com produtos agroecológicos e da economia solidária cedidospelos produtores. ( Final de tarde)
 
- Desfile do grupo da Jael ( crianças, adolescentes e da melhor idade) com as roupas da Rede ArtenaRede de Campinas ( rede também que iniciou a partir da  formação do Planseq em Hortalandia e em Campinas) e que participarão na feira, integrando a Rede Semeando também ( horario a ser confirmado).
 
- Apresentação do grupo de dança (Jael) e cantores.

 
Política ambiental e Código Florestal Imprimir E-mail

Data: 05/03/2010
Fonte: Luis Fernando Guedes Pinto (IMAFLORA)

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) tem participado dos debates públicos a respeito das possíveis mudanças da legislação ambiental, especialmente do Código Florestal. A participação ocorre por meio de atividades em Piracicaba e articulações nacionais coordenadas pelo Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Fboms).

Em 2009, a participação ocorreu por meio de seminários locais, uma reunião com o governo federal, uma visita ao Congresso e a assinatura de manifestos. Este ano participamos de audiência pública em Ribeirão Preto e de uma reunião posterior na mesma cidade com o relator da matéria no Congresso Nacional. 
 
O posicionamento do Imaflora tem sido o de que é necessário ajuste na legislação ambiental nacional, principalmente no Código Florestal. Todavia, os eventuais ajustes devem ser fruto de um processo de diálogo equilibrado e transparente da sociedade brasileira, estando o interesse público acima de todos. Este deve fazer parte de um projeto nacional, em que o desenvolvimento sustentável é a utopia a ser buscada.
 
Apoiamos o compromisso pelo fim do desmatamento e a conversão imediata de áreas naturais em nosso País. A nossa experiência no campo, como certificador de empreendimentos florestais e agrícolas em diversas regiões e escalas de produção, tem mostrado que o Código Florestal pode ser cumprido, sem comprometer a viabilidade econômica da atividade agropecuária ou florestal. Ajustes são necessários por causa do tamanho e da diversidade do nosso território e do diferente impacto dos variados sistemas e práticas de produção agropecuárias e silviculturais e as suas escalas. É realmente complicado impor leis à natureza, que ainda nos falta muito conhecer e ter capacidade de previsões!

Aplicação - Conhecemos um grande número de casos em que o Código Florestal é cumprido integralmente ou os empreendedores estão em processo de adequação, seguindo os aspectos legais para a proteção e a conservação de Áreas de Proteção Permanente (APPs) e a averbação e o destino de áreas para Reservas Legais.

Seguindo a nossa abordagem para outros aspectos da certificação socioambiental, mais que o formalismo, enfatizamos a análise da contribuição das áreas naturais protegidas ou em recuperação e a sua integração com as práticas produtivas, para a conservação dos recursos naturais. Entendemos a compensação de Reservas Legais e a busca de outros instrumentos para a sua viabilização, como medidas necessárias para as regiões em que o setor agropecuário está consolidado. Entretanto, deve-se garantir o mínimo para o cumprimento das funções de conservação do solo, da água e da biodiversidade em condições locais.

Também somos favoráveis ao manejo das Reservas Legais, na perspectiva de agregação de valor às florestas e de uma pujante economia de base florestal, integrada à agropecuária. Para tanto, é fundamental termos um mosaico de Unidades de Conservação em todo o País, incluindo as de caráter exclusivo de conservação da biodiversidade.

 Finalmente, reconhecemos a necessidade do “Novo Código Florestal” vir acompanhado de instrumentos complementares para a sua implementação, como o crédito e a remuneração por serviços ambientais, assim como uma política agrícola que garanta renda e minimize os riscos ao produtor rural sem paternalismo. Afirmamos a necessidade de termos um setor agropecuário produtivo, eficiente, que gere riqueza, emprego e renda e cumpra com o papel social definido na nossa Constituição. Além dos governos e das leis, esperamos que toda a cadeia produtiva assuma a responsabilidade com o desenvolvimento sustentável e os consumidores cobrem por opções de compra responsáveis.

Luis Fernando Guedes Pinto, engenheiro agrônomo e doutor em Agronomia pela Esalq-USP, com diversos trabalhos publicados sobre certificação e sistemas de produção agrícola, é secretário-executivo do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

 
II Conferência Estadual de Economia Solidária do Paraná será realizada nos dias 23 e 24 de abril, em Foz do Iguaçu, com apoio da Itaipu Binacional Imprimir E-mail

Data: 05/03/2010
Fonte:www.brasilautogestionario.org.br

Convocada pela Portaria nº 9 da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Paraná (SRTE/PR), a II Conferência Estadual de Economia Solidária no Estado do Paraná será realizada no período de 23 a 24 de Abril em Foz do Iguaçu.

Com o Lema: Pelo Direito de Produzir e Viver em Cooperação de Maneira Sustentável, a II Conferência Nacional de Economia Solidária evolui em relação à anterior que aconteceu em 2006 com o lema: "O direito e as formas de organização econômica baseada no trabalho associado, na propriedade coletiva, na cooperação e na autogestão, reafirmando a Economia Solidária como estratégia e política de desenvolvimento".

Para participar da Conferência Estadual é obrigatória a presença nas etapas regionais ou municipais onde serão eleitos os delegados para a Conferência Estadual e esta, por sua vez, elegerá os representantes do Paraná para a Conferência Nacional que acontecerá dias 16,17 e 18 de Junho/2010. O Paraná poderá enviar 56 delegados à Conferência Nacional e que serão assim distribuídos: 25% das organizações de apoio (14 delegados), 25% dos órgãos governamentais (14 delegados) e 50% dos empreendimentos (28 delegados). Leia mais clicando no link a seguir:

Propomos alguns itens sobre a II Conferência, uma delas é garantir que tenha entre as suas finalidades: Realizar um balanço sobre os avanços, limites e desafios da Economia Solidária no atual contexto socioeconômico, político, cultural e ambiental nacional e internacional; propor prioridades, estratégias e instrumentos efetivos de políticas públicas e programas de economia solidária, com participação e controle social; além de eleger os/as delegados/as para a Conferência Nacional.

Na região de Maringá, a II Conferência Regional de Economia Solidaria será realizada no dia 27 de março, na sede da ARAS/Cáritas. Já está eleita uma Comissão organizadora Regional!

Para os temas da Conferencia sugerimos: Economia Solidária como estratégia e política de desenvolvimento (sustentável, solidário e includente), afirmando o direito (legislação, políticas, programas e instrumentos) a formas de organização econômica (produção, comercialização, financiamento e consumo) baseadas no trabalho associado, na propriedade coletiva, na cooperação e autogestão.

As Finalidades:

1. Realizar um balanço sobre os avanços, limites e desafios da Economia Solidária no atual contexto socioeconômico, político, cultural e ambiental nacional e internacional;

2. Avançar no reconhecimento da Economia Solidária como estratégia e política de desenvolvimento, afirmando o direito a outras formas de organização econômica baseadas no trabalho associado, na propriedade coletiva, na cooperação e autogestão, com base na sustentabilidade e na solidariedade;

3. Propor prioridades, estratégias e instrumentos efetivos de políticas públicas e programas de economia solidária, com participação e controle social;

4. Promover o conhecimento mútuo e a articulação dos Poderes Públicos, das organizações e sujeitos que constroem a Economia Solidária.

Sugestões para os eixos da conferência:

1. Balanço dos avanços, limites e desafios da Economia Solidária no atual contexto socioeconômico, político, cultural e ambiental nacional e internacional.

a. Crise ambiental e consumo
b. Os desafios das desigualdades na ES
c. Impactos das Políticas Públicas na realidade dos EES
d. Contexto internacional dessas experiências.
e. O direito ao trabalho associado e às formas de organização econômica baseada na sustentabilidade, na solidariedade, na cooperação e na autogestão como eixo do modelo de desenvolvimento social.
f. Conceituação do trabalho associado, cooperação, autogestão, propriedade coletiva;
g. Arcabouço institucional de reconhecimento da Economia Solidária como eixo do modelo de desenvolvimento;

2. Prioridades, estratégias e instrumentos efetivos de atuação e de organização de Políticas e Programas da Economia Solidária.
a. Marco jurídico: lei geral da ES, lei do cooperativismo (geral, trabalho e social)
b. Política de crédito e financiamento da ES
c. Organização da produção, comercialização e consumo com base nas práticas de solidariedade e justiça social
d. Desenvolvimento e disseminação de conhecimentos e tecnologias sociais
e. Organização das políticas públicas de economia solidária: integração, intersetorialidade, participação e controle social.

 

 
Terra Madre Brasil 2010 Imprimir E-mail

Data: 02/03/2010
Fonte: Rosane Bastos (Rede Cerrado)
Extraído: Slow Food Brasil

A segunda edição do Terra Madre Brasil será realizada de 19 a 22 de março de 2010, no Complexo Cultural da FUNARTE em Brasília. O encontro será Realizado pelo SLOW FOOD, em parceria com: SDT, FIDA e MINC e com a colaboração de Educação em foco, Instituto Morro da Cotia e REGIONE VENETO

Participarão ao encontro 550 convidados representantes da rede do Terra Madre no Brasil. Durante os quatro dias do evento serão realizadas atividades práticas e de discussão como oficinas da terra (workshops), seminários, debates e conferências,  oficinas do gosto, feira e exposição de produtos da agricultura familiar e do “artesanato culinário”.

Veja mais informações:

http://terramadre.slowfoodbrasil.com/tmb2010/programacao/

Siga as novidades sobre o Terra Madre via twitter: https://twitter.com/terramadre_br

 
5a edição PROFIDES - Profissão desenvolvimento Imprimir E-mail

Data: 02/03/2010
Fonte: Instituto Fonte para o Desenvolvimento Social

Um programa de formação sobre a arte e o ofício de ajudar o mundo a mudar.

Instituto Fonte abre inscrições para o programa de formação destinado a profissionais que atuam pelo desenvolvimento social do país

PROFIDES é um programa inovador de formação continuada desenvolvido pelo Instituto Fonte que procura ampliar o sentido, a qualidade e a relevância das ações de profissionais que atuam em ONGs, no setor público ou privado. É composto por um curso e atividades de extensão com o objetivo de criar espaços para a análise crítica e a qualificação das práticas de desenvolvimento social no Brasil.

O programa realiza edições há 5 anos no Brasil e segue para a 5ª turma, em Maio de 2010, em São Paulo - SP.

O programa desenvolve capacidades: (a) de facilitação do diálogo entre diferentes atores; (b) de
enfrentamento de situações tensas e conflituosas; (c) de intervenção criativa em situações de mudança; (d) de fomento da aprendizagem de pessoas e organizações.

Datas e Local
A quinta edição do Profides acontecerá em São Paulo/SP entre maio de 2010 e maio de 2011.

Inscrições

Inscrições abertas de 22/02 a 22/03.

Para se inscrever é necessário preencher a ficha disponível no site.
http://institutofonte.org.br/profissao-desenvolvimento

Maiores informações no site:
 
www.institutofonte.org.br/profissao-desenvolvimento

fone (11) 3032 1108 
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A Plataforma Faces do Brasil convida para o curso "O Comércio Justo e Solidário no Brasil e no mundo" (3ª Turma). Imprimir E-mail

Carga Horária: 16 horas.
Público alvo: Profissionais liberais, educadores, estudantes universitários e interessados no tema.
Local: ANTEAG - Rua Mauá, 842 – casa 29 – Luz – São Paulo/ SP.
Valor do curso: R$ 120,00 para pagamento até 08/03 ou R$ 150,00 entre os dias 09 e 25/03.

Turma/Data/Hora:
3ª turma: 27/03 e 10 de abril de 2010.

Objetivo: Apresentar um panorama geral sobre o comércio justo enquanto movimento político e também enquanto proposta alternativa de uma nova relação de produção e consumo.

Módulos do Curso:
• Comércio Justo e Solidário como movimento social no Brasil e no mundo
Este módulo tem como objetivo apresentar o histórico, contexto, principais atores, problemáticas e tendências do Comércio Justo no mundo, e, do Comércio Justo e Solidário no Brasil de forma relacionada com outros importantes movimentos sociais como a economia solidária e a agricultura familiar. (8 horas);
• Políticas Públicas e ações em torno do Comércio Justo: o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário - SNCJS
Este módulo apresentará as principais políticas públicas (entre elas o SNCJS) entre outras iniciativas privadas em curso de promoção e consolidação do Comércio Justo em nosso país, e, também em uma perspectiva internacional "Norte x Sul" e "Sul x Sul", apontando seus benefícios, formas de acesso, alcance e desafios. (4 horas);
• Perspectivas de acesso e construção de mercados solidários
Apresentar as possibilidade de acesso ao mercado justo e solidário em escala nacional e internacional, com foco para as oportunidades de negócio para produtores, comerciantes e grupos de consumidores interessados nesta nova forma de economia. (4 horas).

Facilitadora: Fabíola Zerbini
Doutora em Educação Ambiental Emancipatória pelo PROCAM-USP, especialista em Educação Popular pela USP. É Secretária Executiva do FACES do Brasil - Plataforma de Articulação do Comércio Justo e Solidário desde 2005, tendo participado, coordenado e construído inúmeros projetos e ações, no Brasil e em outros países, na temática do curso aqui proposto desde 2002.

Metodologia: Baseado nos princípios da educação popular, este curso se desenvolve a partir de métodos participativos de construção e apreensão de novos conhecimentos, e se completa com dicas e caminhos de atuação prática e/ou aprofundamento em cada um dos tópicos abordados.

Inscrições, pagamentos e outras informações, envie um email para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou ligue para (11) 3257-6103.

Serão consideradas e efetivadas as inscrições com pagamentos realizados e comprovantes enviados por e-mail até 25/03/2010. 

Número mínimo de pessoas para que o curso seja realizado: 20 pessoas

 
Deputado defende criação da Lei Geral da Economia Solidária e do PRONADES Imprimir E-mail

Data: 01/03/2010
Fonte: www.wesley0402.blogspot.com

Pauta dos Fóruns de Economia Solidária ganha força com a Campanha da Fraternidade

Nesta quarta-feira (24), o deputado estadual Elton Welter (PT), defendeu a criação da Lei Geral da Economia Solidária e Popular e do Programa Nacional de Desenvolvimento Econômico Solidário durante seu pronunciamento na Assembleia Legislativa, em Curitiba, Paraná.

De acordo com Welter, as propostas, que já vinham sendo debatidas no Fórum da Economia Solidária, estão adquirindo força graças a Campanha da Fraternidade Ecumênica, promovida pelo Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). "São caminhos para diminuirmos as desigualdades sociais e financeiras", observou o deputado.

 

 
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome abre edital de projetos para comercialização em Feiras Livres Imprimir E-mail

Data: 01/03/2010
Fonte: Adital

Famílias de produtores agrícolas de áreas metropolitanas, capitais e regiões integradas de desenvolvimento constituídas por definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) serão beneficiadas por edital de concorrência pública lançado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para convênio com Municípios localizados nessas áreas.

O objeto do edital nº 7/2010 são projetos para comercialização direta - em Feiras Livres - de produtos da agricultura familiar e/ou tradicional, que respeitem as culturas locais e incentivem a produção agroecológica, sustentável, de qualidade e a baixo custo. A proposta visa efetivar o direito humano à alimentação, agora garantido na Constituição Federal. O público-alvo são agricultores familiares atendidos pelo Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), agricultores urbanos e periurbanos e beneficiários do Bolsa Família.

A prioridade será dada a aglomerações urbanas com maiores percentuais de insegurança alimentar e nutricional e mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Os critérios são estipulados, respectivamente, pela Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar com referência naquele ano (PNAD 2004) e pelo PNUD 2000 (Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento) e incluem ainda a participação do Município no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, além de questões relativas ao projeto técnico e à capacidade de gestão.

Pelo edital, o MDS vai destinar R$ 2,4 milhões para as propostas (o valor pode aumentar, caso haja disponibilidade de recursos). Cada Município pode receber entre R$ 100 mil e R$ 250 mil, de acordo com os números da população de baixa renda ou em situação de insegurança alimentar.

Os prazos vão até 5 de março, para inscrição junto ao Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Siconv ); dia 15 do mesmo mês para o resultado provisório e dia 29, para o resultado final.

De 19 de março a 1º de abril, ocorrem mesas técnicas para formulação dos projetos técnicos pelos gestores municipais; e 30 de abril é a data limite para entrega dos projetos após os necessários ajustes de inconsistências.

Mais informações em: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e www.mds.gov.br/programas

 

 
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