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Prorrogado o prazo do edital de seleção dos empreendimentos para participação do SNCJS Imprimir E-mail

 Data: 27/07/2010

Fonte: FACES DO BRASIL

Foi prorrogado até o dia 30 de julho, sexta-feira próxima, o prazo para recebimento de inscrição de empreendimentos de economia solidária para participação no Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário - SNCJS.

A União Brasileira de Educação e Ensino – Instituto Marista de Solidariedade (UBEE/IMS) e a Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES/MTE) , em parceria com o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e o Fórum de Articulação do Comércio Justo e Solidário (Faces do Brasil), convidam Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) a se candidatarem para participar do processo de construção do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS), por meio de assessoria para auto avaliação e elaboração de plano de adequação destes EES, conforme os princípios e critérios do SNCJS, na modalidade ORGANIZACIONAL, de acordo com o Termo de Referência do SNCJS.

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IV ENCUENTRO LATINOAMERICANO DE ECONOMIA SOLIDARIA Y COMERCIO JUSTO - Declaración de Medellín 2010 Imprimir E-mail

Data: 28/07/2010

Fonte: www.fbes.org.br 

 Las y los participantes del IV Encuentro Latinoamericano de Economía Solidaria y Comercio Justo, reunidos en la ciudad de Medellín, Colombia del 21 al 24 de julio del 2010, de 16 países, 335 participantes latinoamericanos y caribeños, así como invitados de Canadá y Japón. Este evento reconoció la diversidad de organizaciones y redes en los diversos países y sectores participantes, así como facilitó el diálogo constructivo entre gestores y funcionarios públicos con la sociedad civil organizada en la economía solidaria y valoró el acumulado y la capacidad de encuentro y construcción de puentes y apuestas del sector de la economía solidaria del hemisferio y en particular de las redes y organizaciones colombianas.
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I SEMINÁRIO TERRITORIAL DE COMERCIALIZAÇÃO SOLIDÁRIA DO AMAZONAS Imprimir E-mail
Fonte:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Data: 23/07/2010

 A REDE TAPIRI, realizará, nos dias 26 e 27 de Julho de 2010, no auditório do SEBRAE/AM, o “I Seminário de Comercialização Solidária: Construindo relações com base justa e solidária na Amazônia”. O evento tem o objetivo: Contextualizar os avanços, limites e desafios da economia solidária e promover a troca de experiências, entre empreendimentos que desenvolvem relações comerciais tendo como base a justiça e a solidariedade, visando à articulação e integração dos empreendimentos de economia solidaria do território Manaus e em torno, para construção das estratégias e consolidação da Rede de Comercialização Solidária, levando em consideração as características da Amazônia.

A REDE TAPIRI é uma articulação ligada a UNISOL AMAZONAS, composta por empreendimentos que desenvolvem trabalho nas áreas de manipulação de alimentos, confecções de roupas, artesanatos indígenas e regionais, produção de cosméticos com essências da Amazônia, extrativistas e agricultores familiares, pescadores, catadores de materiais reciclados dentre outros e que estão organizados em grupos informais, associações e cooperativas. A REDE TAPIRI também é composta por organizações não governamentais, que desenvolvem projetos visando assessorar e acompanhar o trabalho dos empreendimentos por meio de assessorias e melhoria de suas estruturas físicas. A rede é constituída por: “bases municipais de empreendimentos” visando o estabelecimento de parcerias entre si e com outros, por meio de relações justas e solidárias nos processos de produção, logística, comercialização e consumo de produtos e serviços, dentro dos princípios de uma Economia Solidária.

Um dos principais propósitos do evento é consolidar uma REDE DE COMERCIALIZAÇÃO SOLIDÁRIA que acontecerá por meio da afirmação de um conceito sobre a temática, a definição de estratégias e aprovação do plano de desenvolvimento para o ano 2011 a 2013.
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CONVITE: CONFERÊNCIA TEMÁTICA DE COMERCIALIZAÇÃO SOLIDÁRIA E COOPERATIVISMO SOLIDÁRIO Imprimir E-mail


Data: 16/04/2010
Fonte: FACES DO BRASIL


O Conselho Nacional de Economia Solidária, entendendo que as conferências públicas são momentos privilegiados para a realização do diálogo Estado-Sociedade e a participação ativa da sociedade na formulação e avaliação das políticas públicas, convocou a II Conferência Nacional de Economia Solidária (II CONAES), nos dias 16 a 18 de junho de 2010, com o tema “Pelo Direito de Produzir e Viver em Cooperação de Maneira Sustentável”.

A II CONAES terá como objetivos prioritários: realizar um balanço sobre os avanços, limites e desafios da Economia Solidária e das Políticas Públicas de Economia Solidária; avançar no reconhecimento do direito ao trabalho associado; propor prioridades, estratégias e instrumentos efetivos de políticas públicas; e promover o conhecimento mútuo e a articulação dos Poderes Públicos, das organizações e sujeitos que constroem a economia solidária.

Para garantir o aprofundamento do debate sobre o tema e os objetivos acima mencionados, o Regulamento Geral previu a realização de Conferências Estaduais, Regionais e Temáticas, buscando com isso garantir ampla participação dos atores que compõem o campo da Economia Solidária no processo da Conferência.

O Fórum Brasileiro de Economia Solidária enquanto instância nacional de articulação, debates, elaboração de estratégias e mobilização de Economia Solidária, junto com seus parceiros a Plataforma FACES do Brasil, instância nacional de articulação do Comércio Justo e Solidário, SDT - Secretaria de Desenvolvimento Territorial do MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, a SENAES Secretaria Nacional de Economia Solidária e o Instituto Marista de Solidariedade, Unicafes (União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária), UNISOL (União e Solidariedade das Cooperativas e Empreendimentos de Economia Social do Brasil) e CTA – Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos), tendo em vista os acúmulos existentes sobre os temas em referência, convidam para a realização da 1ª. Conferência Temática de Comercialização Solidária e do Cooperativismo Solidário.

Com as Conferências Temáticas, pretende-se contribuir para o avanço do diálogo e da elaboração das diretrizes políticas e estratégicas para as políticas públicas de comercialização solidária e cooperativismo solidário, que resultem em subsídios ao Texto Base da II CONAES.

Informações:

Data: 05 a 07 de maio de 2010, Local: Divino Paraíso, Gama-DF

Contatos:

SENAES – Secretaria Nac. de Economia Solidária (61) 3317-6882 (Haroldo)

IMS – Instituto Marista de Solidariedade (61) 3224-1100 (Shirlei e Rizoneide)

FACES – Plat. de Art. do Com. Justo e Solidário (11) 3257-6103 (Fabíola)

FBES – Fórum Brasileiro de Economia Solidária (61) 3965-3268 (Claudia)

DECCOP/SDT/MDA (61) 2020-0875 (Rodrigo)

 
Processo seletivo de contratação de consultores Imprimir E-mail

Data: 12/04/2010
Fonte: Secretaria Executiva do FBES

A Cáritas Brasileira, em atendimento ao disposto no Convênio nº. 286.218.52/2009, celebrado entre a Cáritas Brasileira e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, por intermédio da Secretaria do Desenvolvimento Territorial – SDT/MDA, cujo Projeto intitulado: “Fomento a Redes Sociais de Economia Solidária e Agricultura Familiar” torna público a realização do processo seletivo para contratação de 4 (quatro) consultores técnicos (pessoas físicas) para as áreas de: comunicação (uma vaga); secretaria geral (duas vagas); e gestão financeira e administrativa (uma vaga), conforme termo de referência em anexo.

O prazo para envio da carta e currículo (de acordo com o termo de referência) é o dia 20 de abril de 2010.

www.fbes.org.br/?option=com_docman&task=doc_download&gid=1145

 
Sistema Nacional no boletim da ISO mundial Imprimir E-mail

Data: 05/04/2010
Fonte: FACES DO BRASIL

Abaixo apresentamos a matéria publicada no Newsletter do ISO/ COPOLCO, referente ao Sistema Nacional: 


BRAZIL
Challenges and perspectives of the national system of fair and ethical trade Since the beginning, fair trade in Brazil has developed in tandem with the social movements that seek answers to the problems of social and employment inequality, offering a different economic model with alternative local markets, based on principles of justice and solidarity.

This objective is being realized through the collective development of a "Charter of Principles and Criteria for Fair and Ethical Trade" in Brazil. Since 2001, this effort has mobilized more than 200 national and international actors directly concerned by new production and consumption models and relationships, through eight public consultations and 29 pilot projects to test the concepts being created.

The result has been consolidated in the "National System of Fair and Solidarity Trade", a public policy bill for approval by the Brazilian government through a presidential decree under enactment. Successful promulgation will turn Brazil into a pioneer in the regulation of fair trade as an economic and social policy of a country. Moreover, it will reaffirm democratic processes for the development and management of public policies, by allowing broad participation of producers and consumers in its implementation, control and improvement.

See www.facesdobrasil.org.br for more information about this intensive collaborative effort between these social movements acting through a common platform, Faces do Brasil; and the National Secretariat for Solidarity Economy, of the Brazilian Ministry of Labour and Employment.
 
Para maiores informações, acesse: ISO's Web site, ISO Online,www.iso.org. For a full list of ISO members, seehttp://www.iso.org/iso/about/iso_members.htm.

 
Conquistas internacionais e dilemas domésticos do agronegócio Imprimir E-mail

Data: 30/03/2010
Fonte: IMAFLORA

A recente conquista brasileira na Organização Mundial do Comércio (OMC), na antiga disputa sobre o algodão, e o reconhecimento da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) do etanol brasileiro revelam a força e o amadurecimento do agronegócio nacional. Parabéns aos diplomatas brasileiros, aos técnicos e executivos da Unica pela lição de como fazer valer um direito nas negociações internacionais e ocupar um espaço no acirrado e controlado mercado norte-americano. Informações técnicas, lobby e grandes investimentos articulados por uma inteligência sofisticada se reverteram em marcos da história do comércio mundial.

Ao mesmo tempo, seguimos com as incertezas e os enfrentamentos domésticos sobre produção e meio ambiente, em que todos perdem. São situações paradoxais! Já expressamos neste espaço o nosso ponto de vista sobre o tema: a legislação ambiental, incluindo o Código Florestal, precisa de ajustes, mas a questão ambiental não é a mazela ou o fator determinante que oprime ou ameaça o agronegócio nacional. Novamente, há outras questões tão ou mais relevantes, como taxa de juros, taxa de câmbio, extensão rural, tecnologia, seguro rural.
A dicotomia conservação ambiental ou produção é um falso dilema. A produção agropecuária ainda é e será por muito tempo um processo biológico, na interação solo-planta-animal-atmosfera-sol! Totalmente dependente do ambiente e dos recursos naturais. Quanto mais rico e saudável o ambiente, melhor para a produção. Isto para não entrar numa visão mais ampla, de que quanto mais diverso e conservado o meio rural, melhor para os rios, para as cidades, para o clima.

O Brasil tem tudo para ser uma potência agropecuária e ambiental. Uma dimensão não deve excluir a outra. Pelo contrário, deve ser articulada, num projeto nacional. Para tanto, precisamos da mesma sofisticação de inteligência, investimentos e lobby dos processos do algodão e do etanol. Obviamente é necessário haver uma política agrícola e ambiental que atendam aos objetivos de produção, geração de riqueza, emprego, renda e conservação no campo. Mas por que não? Por que simplificar que o meio ambiente é inimigo da produção em vez de usá-lo como indutor de inovação e protagonismo da agropecuária brasileira? Temos a possibilidade de unir as forças do agronegócio, da agricultura familiar e dos ambientalistas num projeto comum. Por que não pensar nesta utopia? É simples conciliar esses interesses? Não, mas é possível, se quisermos. E com esta conciliação, podemos conquistar muito mais.

Temos casos concretos em que diálogos e acordos estão ocorrendo, como na Moratória da Soja, na iniciativa dos supermercados com a carne, nos pactos setoriais do Conexões Sustentáveis. Temos os exemplos de sistemas de certificação, como o do FSC, em que diálogos, muita negociação e acordos entre setores produtivos, ambientais e movimentos sociais criaram um selo de garantia socioambiental que abre portas dos mercados internacionais para produtos brasileiros e de outros países do sul. Os brasileiros dos três setores foram fundamentais na criação do FSC em 1993 e ainda ocupam um lugar de liderança na formatação e condução deste sistema. Portanto, é possível!

Gostaria de concluir chamando a atenção para dois eventos que ocorrem na próxima semana. No dia 6 de abril, em Brasília, haverá um Seminário no Senado, organizado pelo Ipam, Contag, ISA, DIPV e Imaflora, com apoio da Frente Parlamentar Ambientalista; sendo transmitido ao vivo para 26 Assembléias Legislativas Estaduais. O evento buscará construir este diálogo e identificar as premissas básicas para conciliar a potência agropecuária com a socioambiental. Estaremos lá reforçando este ponto de vista.

No dia seguinte ocorre a abertura da Feira Brasil Certificado, que ocorrerá de 7 a 9 de abril, no Centro de Convenções São Luiz, em São Paulo, organizada pelo Imaflora, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Imazon, FSC Internacional e Rede de Agricultura Sustentável. Lá teremos diversos empreendimentos florestais e agrícolas e das suas cadeias, com certificação socioambiental independente.

O visitante vai poder conferir empresas madeireiras, do setor de papel e celulose, produtores de café, cacau, comunidades da Amazônia, cooperativas, indústrias de pisos, móveis, gráficas, supermercados, entre outros, que são produtivas, rentáveis e contribuem para a conservação ambiental e respeitam trabalhadores e comunidades. Um fórum de negócios de alto nível vai tratar dos mercados e das oportunidades e desafios para fazer parte deste movimento. Esperamos que todos percebam que fazem parte destas cadeias e têm a capacidade de influenciar decisivamente o que acontece no campo, por meio de suas opções de compra. Espero vocês lá! 

Luis Fernando Guedes Pinto, engenheiro agrônomo e doutor em Agronomia pela Esalq-USP, com diversos trabalhos publicados sobre certificação e sistemas de produção agrícola, é secretário-executivo do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

 
Conferências Territorias ou Regionais Imprimir E-mail

Data: 29/03/2010
Fonte: SENAES

Abaixo segue tabela com as datas (de 25 de março até 15 de abril) das Conferências Territoriais/Regionais.

ESTADO

TERRITÓRIO/REGIÃO

DATA

Acre

Rio Branco 

26/3

Cruzeiro do Sul 

30/3

Alagoas

União dos Palmares 

25/3

Maceió 

26/3

Amapá

Pedra Branca do Amapari 

1/4

Serra do Navio 

1/4

Amazonas

Manicoré 

3/4

Parintins 

3/4

São Gabriel da Cachoeira 

3/4

Tabatinga 

3/4

Bahia

Ipiaú 

30 e 31/03

Alagoinhas 

06 e 07/04

Senhor do Bonfim 

08 e 09/04

Itabera 

9/4

Jacobina 

09 e 10/04

Feira de Santana 

09 e 10/04

Cruz das Almas 

13 e 14/04

Mutuipe

14 e 15/04

Ceará

Crato e Crateús 

25 e 26/3

Itapipoca e Quixadá 

30 e 31/03

Russas e Sobral 

05 e 06/04

Fortaleza e região Metropolitana 

08 e 09/04

Distrito Federal

Região Central DF

28/3

Espírito Santo

Vila Velha

25/3

Mato Grosso do Sul

Nioaque 

6/4

Dourados 

6/4

Campo Grande 

7/4

Anastácio 

8/4

Maranhão

Pinheiro 

26/3

Balsas 

30/3

Brejo

6/4

Santa Rita 

8/4

Região Metropolitana 

10/4

Minas Gerais

Região Norte 

25 e 26/06

Unaí 

26 e 27/03

Contagem 

26 e 27/03

Uberlândia 

27 e 28/03

Araçuaí 

30/3

Região Vale do Mucuri 

31/3

Pará

Souré 

25 e 26/3

Igarapé-Miri 

25 e 26/03

Santa Luzia 

26 e 27/03

Xinguara 

27 e 28/03

Marituba 

29 e 30/03

Paraíba

João Pessoa 

25/3

Cajazeiras 

31/3

Paraná

Região Metropolitana e Litoral 

26/3

Região Oeste (Cascavel) 

26/3

Região Norte Central I (Maringá) 

27/3

Região Central II (Londrina) 

9/4

Região Centro Oriental (Ponta Grossa) 

9/4

Pernambuco

Palmares 

25 e 26/3

Caruaru 

29 e 30/03

Afogados da Ingazeira 

07 e 08/04

Petrolina 

14 e 15/04

Piauí

Oeiras

26/3

Teresina

8/4

Rio Grande do Norte

São Paulo do Potengi 

26/3

Caicó 

26/3

João Câmara

30/3

Mossoró 

30/3

Rio Grande do Sul

São Leopoldo 

26/3

Jaguaro 

27/3

Iju 

27/3

Porto Alegre 

29/3

Bag 

31/3

Alegrete 

8/4

Bento Gonçalves 

10/4

Região Litoral Norte 

10/4

Roraima

Região Sul 

26/3

Região Centro 

30/3

Região Indígena 

6/4

Região Norte 

14/4

São Paulo

Registro 

26/3

Santo André 

26 e 27/03

Várzea Paulista 

30/3

Embu das Artes 

30/3

Bauru 

10 e 11/4

São Carlos 

10 e 11/4

São José do Rio Preto 

11/4

São Paulo 

11/4

Sergipe

Nossa Senhora das Dores 

25/3

Laranjeiras

26/3

Tocantins

Gurupi 

27/3

Guaraí 

27/3

Augustinópolis 

10/4

Ponte Alta 

10/4

Palmas 

10/4

 
Arca das Letras: tenha uma biblioteca em sua comunidade Imprimir E-mail

Data: 29/03/2010
Fonte: MDA

Criado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA em 2003, o programa Arca das Letras promove o acesso à leitura por meio da implantação de bibliotecas nas comunidades rurais brasileiras. Atende famílias de agricultores, assentados da reforma agrária, pescadores, quilombolas, indígenas e populações ribeirinhas.

Para receber uma biblioteca rural Arca das Letras é preciso reunir a comunidade, preencher o formulário de consulta - disponível no site http://comunidades.mda.gov.br/dotlrn/clubs/arcadasletras/ - que irá pontuar as características das famílias que serão beneficiadas e indicar os livros que vão atender a comunidade. Um ponto importante para agilizar a implantação é conquistar parcerias que viabilizem a construção do móvel-biblioteca.

 
3a FIBoPS Imprimir E-mail

Data: 29/03/2010
Fonte: Socioambiental

Empresas e especialistas do Brasil e de outros países estarão reunidos dias 27, 28 e 29 de Julho na 3ª FIBoPS, a maior vitrine pró-sustentabilidade da América Latina.

A grade técnica do evento lança nesta edição o I Congresso Internacional para o Intercâmbio de Boas Práticas de Sustentabilidade reunindo especialistas, produtos e empresas de vários países.

Estes especialistas e empresas apresentarão práticas e inovações pró-sustentabilidade em 08 diferentes temáticas: Inovações Tecnológicas -  Arquitetura e Construção – Emissões, Energia e Economia – Moda, Beleza-Saude, e Consumo – Agronegócios e Logística – Saneamento e Serviços Ambientais – TI Verde – Transporte e Turismo. O Congresso também dedica 02 painéis ao Benchmarking Internacional.

Mais Informações:
Instituto MAIS
www.institutomais.org
www.fibops.com.br
Fone/fax: 55 11 3257-9660/ 3729-9005

 
ArteSol celebra isenção do ICMS para cooperativas de artesãos Imprimir E-mail

Data: 29/03/2010
Fonte: ARTESOL

Governo do Estado de São Paulo assinou decreto que liberou cooperativas de artesãos e entidades sem fins lucrativos da taxação.

São Paulo, março de 2010 – Uma das principais organizações que atua na revitalização do artesanato de tradição brasileiro, o ArteSol (Artesanato Solidário), recebeu de forma extremamente positiva a decisão do Governo do Estado de São Paulo, que isentou cooperativas de artesãos e entidades sem fins lucrativos do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O decreto, assinado no último dia 10 de março em cerimônia com a presença do ArteSol e o governador José Serra, beneficia profissionais brasileiros que comercializam seus produtos no Estado e atuam na promoção da arte e da cultura nacional. Tal medida foi fundamentada no fato de São Paulo ser um polo fundamental no mercado de artesanato, além de grande consumidor de produtos típicos regionais e de impulsionador da organização dos artistas autônomos em estruturas cooperadas.

Após a publicação do decreto no Diário Oficial do Estado, as cooperativas de artesãos e associações que investem sua renda líquida integral na manutenção de seus objetivos - sem distribuição de parcelas a título de lucro ou participação - passam a ser isentas do recolhimento de ICMS na saída dos produtos artesanais a serem vendidos no Estado de São Paulo.


Segundo Maria do Carmo A. Sodré Mineiro, presidente do conselho diretor do ArteSol, a medida do governo proporcionará uma economia média de R$ 60 mil por ano, beneficiando cinco mil artesãos e 20 mil pessoas indiretamente. “Os valores economizados permitirão investimentos em áreas debilitadas do setor. Nós do ArteSol objetivamos implementar estudos sistemáticos e aplicar o recurso em projetos de controle e organização da comercialização do artesanato, que é o gargalo do segmento”, afirma Maria do Carmo, que também frisa a importância da isenção para todas as instituições do ramo.

 

 
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